OS CONECTADOS NA POLÍTICA - 29/4/2022

OS CONECTADOS NA POLÍTICA  - 29/4/2022

AVANÇAR "40 ANOS EM 4": PROMESSA DE LULA

O ex-presidente também observou que as pessoas terão de se acostumar com o fato de que, agora, ele chama o vice da chapa de 'companheiro'.

Em ato político do PSB nesta quinta-feira, 28, em Brasília, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu entregar avanços de "40 anos em 4", caso seja eleito para o Palácio do Planalto. Foi uma referência ao Plano de Metas do ex-presidente Juscelino Kubitschek, que tinha como mote "50 anos em 5".

Lula afirmou que Jair Bolsonaro é o presidente "mais capacho" do Congresso que o País já teve e chamou o "orçamento secreto" de "podridão". Por meio do esquema, revelado pelo Estadão no ano passado, o governo distribui verbas a aliados, sem transparência, em troca de apoio parlamentar.

Ao lado do ex-governador Geraldo Alckmin, Lula também disse que, num eventual novo mandato, "não terá tempo de brigar" com ele. Alckmin vai concorrer como vice na chapa.


"Bolsonaro não é religioso"

Lula também disse que Bolsonaro não é religioso e, em tom irônico, afirmou que ele tomou banho no Rio Pinheiros, e não no Rio Jordão, em Israel. "Nós nunca vimos esse homem (Bolsonaro) visitar uma família que teve gente que morreu de covid. 

E continua, esse homem nunca chorou. Ele negou a vacinloa o tempo inteiro. Ainda abusa da vontade do povo brasileiro, e é mentiroso, porque ele fala que é evangélico. Olha a cara dele. Ele não crê em Deus", afirmou o petista. "Esse cidadão, efetivamente, acho que não foi tomar banho no Rio Jordão. Ele se banhou no Rio Pinheiros mesmo", ironizou, numa referência ao rio de São Paulo que é altamente poluído. Em 2016, Bolsonaro foi batizado no Jordão, em Israel.

Ao definir o chefe do Executivo como "capacho" do Congresso, Lula afirmou que Bolsonaro não respeita as instituições. "Eu tenho fé em Deus que a gente vai fazer um orçamento participativo, para a gente acabar com essa podridão desse tal de orçamento secreto", insistiu. "Na verdade, hoje, os ministros, para pedir dinheiro, não ligam mais para o presidente, não ligam mais para o Ministério do Planejamento. Ligam para o presidente da Câmara, que vai liberando as emendas."


Postagem: Os Conectados.

Com informações Terra Notícias.

Foto/Imagem: Reprodução Internet.


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